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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Educação dos filhos

O "não" da mãe e o "não" do pai.
Por Luís Eduardo Machado

Uma amiga querida me disse: "Não sei o que acontece, passo o dia inteiro com a minha filha (de 2 anos), quando eu digo "não" as vezes ela me obedece, as vezes nem liga. Mas, quando o meu marido chega em casa e diz "não", só pelo olhar dele para ela, a criança já chora e obedece na hora"
Parece que nesse caso o "não" do pai é mais forte que o "não" da mãe. Creio que isso acontece em muitos lares. Gostaria de tentar explicar o porquê.

Creio que as razões pelas quais pais tem mais "poder" sobre as crianças (cada caso é um caso) são:

a) muitas mães ainda ficam o dia inteiro com os filhos. Num dia são ditos uns 100 "nãos". Cada "não" dito vai desvalorizando/gastando a autoridade da mãe. Imagine que cada "não" seja um débito na conta do relacionamento, quando mais a mãe usa, vai ficando com saldo menor.
Quando o pai chega (geralmente do trabalho) e diz um "não", trata-se de um "não" único e poderoso, novinho em folha. O pai não dissera nenhum "não" até aquele momento, então o seu saldo é maior do que o da mãe. É muito mais fácil uma criança respeitar o primeiro "não" do que respeitar o 101º "não".
b) homens são mais feios do que as mulheres (risos). Quando um pai fala "não" a aparência é quase sempre mais assustadora para a criança do que quando uma mulher o diz. Homens geralmente são maiores e têm voz mais grave e isso influencia nas crianças pequenas.
c) Deus deu ao homem uma posição de autoridade sobre a família. É esperado que o "não" do pai imponha respeito. Quando o "não" do pai não causa mudança, creio que a família está perdida! (creio que o "não" da mãe também deve impor respeito e que a criança está debaixo da autoridade dos dois).
Mas, o que as mães devem fazer diante de tudo isso? Permita dar alguns conselhos as mães:
I) não gaste os seus "nãos" com coisas sem importância! Guarde o "não" para questões morais e de desobediência. Muitas mães usam muito essa palavra para qualquer coisinha boba e assim banalizam a proibição. Dizer "não" para uma mentira é mais relevante do que dizer "não" quando o filho quer brincar de massinha e não de carrinho. Guarde o "não", selecione o seu uso. Resumindo: não desgaste a sua autoridade "brigando" por besteiras, guarde a sua autoridade para as coisas relevantes da educação.
II) não desista de educar, nem de corrigir, nem de proibir os seus filhos. A mãe deve ser respeitada e seguida pelos filhos. Nunca diga "quando o seu pai chegar você vai ver!". Se você fizer isso a criança vai aprender que a sua autoridade não vale nada, e isso será uma desgraça na vida dela. Mãe, você precisa ter autoridade na vida dos seus filhos, para o bem deles!
III) não permita que seu marido se omita da disciplina dos filhos nem que seja ausente da vida comum do lar.
IV) nunca permita que os filhos joguem com a divergência dos pais. Quando a mãe diz "não", o pai concorda e vice-versa. Depois (os pais) podem conversar sobre o assunto e mudar (juntos) de opinião. Cuidado com o "você não deixa, mas o papai deixa!". Isso causa danos a educação dos filhos. Os pais devem estar juntos nas proibições e "nãos".

Força mães, que Deus lhes dê sabedoria e lhes recompense por muitas vezes sacrificarem as suas vidas profissionais em favor dos seus filhos.

Fonte: http://www.aprimoramento.com.br/educandofilhos/

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