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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Historinhas para crianças pensar.

A vida em suas mãos


 

Conta uma história que uma jovem senhora morava com as suas duas filhas.

Elas eram curiosas e inteligentes e sempre faziam muitas perguntas. Algumas a mãe sabia responder, outras não.

Em meio a tantas perguntas, ela decidiu levar as meninas para a casa do avô que morava em um sítio próximo à cidade.

Este, cercado de tantas perguntas diárias, decidiu levá-las para conversar com um sábio que morava no meio da floresta.

O sábio respondia todas as perguntas, sem hesitar, por isso elas resolveram inventar uma pergunta que ele não soubesse responder.

A irmã mais velha apareceu com uma linda borboleta azul nas mãos e a menor indagou-lhe: "O que você vai fazer?" Ela respondeu: "Vou esconder esta borboleta em minhas mãos e perguntar a ele se ela está viva ou morta.

Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!" As duas meninas foram ao encontro dele e a mais velha explicou:

"Tenho uma linda borboleta azul em minhas mãos. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?"

Calmamente, o sábio sorriu e respondeu:

"Se ela está em suas mãos, só depende de você!" Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado porque temos o direito de livre escolha.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

OPORTUNIDADES


 

Alagados, em Recife, é abaixo do nível do mar, dizem. Ali vivia Severino, homem íntegro e trabalhador, vendedor ambulante nas feiras, e tinha muita fé em Deus. Muita fé, mesmo.

Certa ocasião, houve um comentário na feira onde ele trabalhava que viria uma tremenda enchente, segundo alguém teria ouvido a previsão de tempo numa rádio local. Logo mais a notícia se confirmou, oficialmente. Houve grande preocupação, nem poderia ser diferente. Já com a previsão acertada, os cientistas comunicaram as autoridades competentes, e começaram os preparativos à contingência.

A prefeitura mandou equipes com auto-falantes nas feiras e nas ruas, avisando da enchente que aconteceria na próxima semana, e que as pessoas que morassem no Baixio - Severino inclusive - deixassem suas casas e fossem para o local indicado e que daria guarida àquelas pessoas. Severino tinha muita fé em Deus e ficou rezando, os outros foram para o local seguro.

A chuva prevista começou, e novamente passa a perua da prefeitura avisando que no dia seguinte o Baixio e suas casas estariam alagadas. Severino tinha muita fé em Deus, continuou orando, a chuva aumentando. Ficara só ele na sua casinha, rezando sempre. As águas começaram a subir, subir, e ele teve que ir na varanda e subir numa mesa, depois subir no telhado apoiado em alguma coisa sólida, e as águas subindo. Nisso, passa o Corpo de Bombeiros de barco, fala a Severino do perigo iminente, convidando-o a subir no barco. Mas Severino disse que tinha muita fé em Deus, apesar da perigosa enchente, e dispensou os salva-vidas. A água subia cada vez mais.

Com a água já acima do pescoço, em situação insustentável, lá vem um helicóptero do governo, pois sabiam do Severino e da sua fé. Que nada, ele não aceitou ajuda, alegando que tinha mesmo muita fé em Deus, apesar das dificuldades para gritar isso aos socorristas. A água subiu mais e Severino morreu afogado.

Foi ao Céu, pois era homem de bem. Chegando lá, fulo, foi reclamando, dizendo que queria falar diretamente com Deus, pois ele tinha muita fé e mesmo assim morrera afogado. Foi atendido, e ele perguntou a Deus:

- Senhor, eu sempre tive muita fé no Senhor, muita fé mesmo, e o Senhor deixou eu morrer afogado. Posso saber por que? Ao que o Todo-Poderoso responde-lhe:

- Severino, Severino, eu mandei espalhar a notícia nas feiras, mandei auto-falantes avisando, mandei barco para salvar você, e por fim mandei até um helicóptero. Claro que ouvi suas preces. Mas você não soube aproveitar as oportunidades, Severino.


 


 


 

O Cavalo e o Porco


 

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.

Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:

- Bem, seu cavalo está com uma virose, precisa tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.

O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :

- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:

- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

"Assim também vós, depois de terdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei:

Somos servos como quaisquer outros; fizemos o que devíamos fazer".

São Lucas 17,10


 


 


 


 

Tudo o que Deus faz é bom

Conta uma história que certo rei costumava caçar todas as manhãs acompanhado de seu fiel ministro, um cristão muito piedoso.

Este vivia declarando:

"Tudo que Deus faz é bom".

Porém, certa manhã, durante a caça, o rei perdeu o dedo num acidente e o seu amigo ministro disse-lhe:

"Tudo que Deus faz é bom".

Insultado, o rei mandou prendê-lo.

No dia seguinte, o rei foi caçar sozinho e acabou capturado por canibais.

Mas, enquanto aqueles aborígenes preparavam o rei para o jantar, perceberam que ele não tinha um dedo e o soltaram imediatamente.

Aquela tribo acreditava que se comessem alguém defeituoso teriam muitos anos de azar.

Ao voltar para o palácio, o rei arrependido contou ao ministro aquela história e lhe pediu desculpas.

"Realmente, tudo o que Deus faz é bom, pois a falta daquele dedo salvou a minha vida. Perdoe-me" – disse o rei.

O amigo, porém, lhe respondeu: "Tudo que Deus faz é bom, querido rei.

Eu sempre caço com a vossa majestade e se estivesse junto esta manhã seria morto, pois tenho todos os meus dedos e sou perfeito".

O problema dos outros pode ser seu também


 


 


 


 


 

A fazenda


 

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.


 

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.


 

Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:


 

- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!


 

A galinha disse:


 

- Desculpe-me Senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.


 

O rato foi então até o porco e lhe disse:


 

- Senhor Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...


 

O porco disse:


 

- Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.


 

O rato dirigiu-se então à vaca.


 

A vaca lhe disse:


 

- O que Senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?


 

- Acho que não Senhora Vaca... Respondeu o rato.


 

Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.


 

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.


 

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher.


 

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave, porém por um milagre se recuperou e voltou para casa, mas com muitos cuidados.

Saúde abalada nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, a galinha.


 

Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.


 

A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu dar uma festa, matou a vaca para o churrasco...


 


 

MORAL DA HISTÓRIA:


 

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.

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eu sou...

tenha um belo dia!

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